7º Santos Jazz Festival de 26 a 29 de Julho | TVPAULISTA.com Televisão para dispositivos móveis

Para homenagear os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a 7a edição do Santos Jazz Festival faz da programação de 2018 um tributo à liberdade.   Da abertura, no dia 26 de julho, até o encerramento, no dia 29 de julho, um desfile de rit...

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7º Santos Jazz Festival de 26 a 29 de Julho

Publicado por: Editor
26/07/2018 08:30 PM - 29/07/2018 08:30 PM -
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Para homenagear os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a 7a edição do Santos Jazz Festival faz da programação de 2018 um tributo à liberdade.

 

Da abertura, no dia 26 de julho, até o encerramento, no dia 29 de julho, um desfile de ritmos, estilos e performances irá celebrar a criatividade, a mistura, os encontros improváveis, em uma empolgante comunhão artística que ultrapassa o plano musical.

 

“Acreditamos no poder e na responsabilidade da arte como ferramenta de transformação social. Os Direitos Humanos envolvem muitos temas como o direito básico de ir e vir, até o direito legítimo das pessoas serem o que são, independentemente de gênero, cor ou idade. Queremos inspirar o nosso público a refletir sobre essas questões tão fundamentais, em tempos de tanta intolerância”, diz Denise Covas que, junto com o produtor musical Jamir Lopes, organiza o evento.

 

 

Artistas irão se revezar nos palcos do teatro Sesc, Arcos do Valongo, da Estação do Valongo e no Bonde Arte. O programa, que inclui ainda oficinas musicais e roda de conversa, tem início com a banda  Afrojazz & Jesuton, resgatando a origem e influência africana no jazz, com a participação da cantora britânica Jesuton, que escolheu o Brasil para viver e mostrar seu canto,num tributo a Nina Simone, com a participação do DJ Negralha (Rappa).

 

Orquestra Mundana Refugi, composta por integrantes de nove países, prova que a música não tem fronteiras e une todos os povos. Izzy Gordon também homenageará Nina Simone e a brasileiríssima Elza Soares, outra incansável guerreira na defesa das mulheres e dos negros.

 

Toninho Horta, Duofel, Carlos Malta, Robertinho Silva, Adriano Grineberg, Ana Canãs põem mais tempero brasileiro na receita do Festival. Samba-jazz, blues e soul também marcam presença, assim como a música inclusiva e a música para as crianças na formação de novos públicos.

 

Talentos da nossa cidade são representados por Cristopher Clark, Sambália Trio, Didi Gomes, Mauro Hector, Milton Medusa, Luiz Oliveira, Debora Tarquínio e vários nomes da Jazz Big Band, que reforçam a programação do Santos Jazz 2018.

 

O encerramento homenageia o “Beatle” George Harrison, que tanto difundiu a cultura da paz no mundo. A banda Blues Beatles reinterpreta hits do quarteto de Liverpool, no ano em que Harrison completaria 75 anos.

 

“A liberdade musical é sinônimo do jazz e é também a marca do Santos Jazz Festival, que sempre evitou os rótulos e obviedades. Esperamos proporcionar um grande encontro do público com a música de qualidade e que sejam todos muito bem-vindos ao 7º Santos Jazz Festival!”, convidam Denise Covas e Jamir Lopes.

 

Palcos:

Palco Arcos do Valongo:Rua Comendador Neto, 9 (atrás do Museu Pelé), no Centro Histórico de Santos.

Sesc Santos fica na rua Conselheiro Ribas, 139 – Aparecida

Bonde Arte e Estação do Valongo (em frente ao Museu Pelé), no Centro Histórico

 

7º Santos Jazz Festival conta com a chancela da Lei Rouanet, e o patrocínio do Porto de Santos, da Transbrasa Transitária Brasileira e G. Pierotti  Correalização da Prefeitura de Santos. Apoio Cultural do Sesc Santos. Apoio institucional dos 70 Anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos/Unesco. A produção é da DC Realizações.

 

 

PROGRAMAÇÃO SJF 2018 com o tema "Liberdade é o Tom"

Homenagem aos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos

 

SHOW ABERTURA/ 26 DE JULHO (quinta-feira) 20h30 - TEATRO DO SESC

AFROJAZZ & JESUTON & DJ NEGRALHA - Jesuton faz tributo a Nina Simone - 21h

 

6ª FEIRA/27 de JULHO - PALCO ARCOS DO VALONGO,  A PARTIR DAS 19h30

Orquestra Mundana Refugi & Carlinhos Antunes (19h)

Izzy Gordon canta Nina Simone & Elza Soares  (21h)

Adriano Grineberg com participação de Ana Canãs (22h30)

Cristopher Clark & Banda - Soul e Blues   (23h30)

 

PALCO VALONGO (sábado de manhã)       

7º Valongo Motor Classics/Setur (9h)

Quizumba Latina recebe Mauro Hector  (11h)

Orquestra de Metais da Banda Marcial de Cubatão & Milton Medusa  (13h)

SÁBADO PALCO ARCOS DO VALONGO

DJ SANTOS JAZZ,  a partir das 13h

Jazz para Crianças - Zero Beto -  16h no intervalo do Palco principal

Banda de referência do Projeto Guri (Estado de SP) 15h30

Duo Hydridus (Argentina) 16h30

"Elis no Jazz" com Sambália Trio & Didi Gomes 18h

 Duofel, Carlos Malta e Robertinho Silva   19h30

Darrell Mulisch & Simi Brothers(EUA) Blues  21h30

Festa Futuráfrica  com BNegão 23h30 - Festa 10 anos de Futuráfrica com B Negão

 

PALCO ARCOS DO VALONGO/DOMINGO (29), A PARTIR DAS 13H

DJ Santos Jazz

Jazz para Crianças - Zero Beto - intervalo das 16h

Aula aberta de Dança - Lindy Hop, das 13h às 15h

Banda Lar das Moças Cegas (resultado da oficina teórica e prática de jazz e blues)  15h

Fotografia Sonora 16h

Toninho Horta & Jazz Big Band   17h

Luiz Oliveira & Convidados    19:00

Blues Beatles   20h30

 

BONDE ARTE

Sábado e Domigo, 15h e 16 h (quatro viagens)

Show da Debora Tarquínio Duo - Vozes Negras

 

OFICINAS NO AUDITÓRIO DO SESC SANTOS

Sábado (28), 11h - "Esculpindo o Vento: oficina para Saxofones - Carlos Malta

Sábado (28), 14h -  "Processo Criativo de Toninho Horta e lançamento songbook"

Domingo (29), 11h - "Violão Livre e Gestão de Carreira" - Duofel

Domingo(29), 14h - Roda de Conversa com Wagner Alcântara “A Liberdade de Expressão como um Direito Humano – jornalista, professor e mestre em estudos de linguagem

 

 

ATRAÇÕES:

 

Adriano Grineberg e Ana Cañas

 

bluesman Adriano Grineberg convida a cantora Ana Cañas para uma série de apresentações pelo Brasil nas principais cidades e festivais do país, e eles estarão no Santos Jazz 2018. O pianista e cantor, a nova cara do blues brasileiro, é considerado um dos maiores expoentes do gênero no Brasil da atualidade com um trabalho inovador de trazer ao blues as suas raízes africanas e conexões com a música brasileira. Foi bicampeão do Prêmio Profissionais da Música 2016/2017 categoria: melhor artista de blues e rock, após concorrer em cinco categorias.

 

Ana Cañas, uma das referências das últimas gerações da música brasileira explora  ainda mais as suas influências jazzísticas, passando pelo folk e rhythm’blues em um repertório que traz composições dos trabalhos dos dois artistas somado a Ray Charles, Belchior, Led Zeppelin, Cazuza e Robert Johnson.. A banda de apoio é formada pelos músicos Fabá Jimenez (guitarra), Rodrigo Jofré (baixo) e Marco da Costa (bateria).

 

Afrojazz, Jesuton e DJ Negralha

 

Afrojazz

 

Uma incrível mistura de influências, ritmos e energia, que bebem das fontes africana, brasileira, latina, do funk e do hip-hop, compõem e posicionam os shows do AfroJazz na vanguarda dos espetáculos autênticos da música brasileira.

 

Nascido em 2012, celebra o legado musical cultural do continente africano de maneira irresistível. Influenciados diretamente por artistas como Moacir Santos, Banda BlackRio, Mulatu Astatke, Monggo Santamaria, Guy Warren, Miles Davis e Fela Kuti, o grupo funde contemporâneo com clássico e é marcado por muito groove, afrobeat e batuque.

Seu show homenageia a cultura africana, através das músicas autorais do seu último CD, African Brothers, e de reinterpretações de artistas consagrados.

 

Blues Beatles

 

A banda Blues Beatles é o encontro da sonoridade vocal do quarteto de Liverpool com o ritmo contagiante do blues. Músicas como HelpTicket to RideYesterdayWeCanWork It Out, Come Together e outras receberam novos arranjos, onde alguns elementos marcantes são preservados e outros modificados para que o universo do blues entre em ação.

 

O resultado é um show inovador onde as melodias familiares dos Beatles se misturam com solos de guitarra, Hammond, piano e saxofone que, seguindo a tradição do blues, são sempre improvisados.

 

Cristopher Clark

 

No dia 23 de novembro de 2016, após quatro meses participando do 1o XFactor Brasil, Cristopher foi anunciado vencedor do programa.

 

Cristopher nasceu em Santos e tem 43 anos. Seu primeiro ídolo foi Michael Jackson. Em 1985, ouviu ‘We Are The World’, apaixonou-se pela música e começou a fazer shows nas festas da família imitando as diferentes vozes da canção. Já na adolescência, conheceu o rock e quis tocar bateria. Infelizmente, havia um baterista melhor na turma e um amigo deu a ideia dele assumir os vocais da banda. Sem outra opção, topou e, já nos primeiros ensaios, seu talento se tornou evidente.

 

Cristopher estudava muitas horas por dia, sempre inspirado por seus ídolos, como Bruce Dickinson, Ronnie James Dio, Glenn Hughes e Stevie Wonder. Passou por várias bandas relevantes no cenário do rock santista. Chegou a lançar alguns álbuns e se apresentou em palcos ilustres, como o do Rock in Rio 3, Credicard Hall, Canecão e no Programa do Jô.

 

Devido à sua versatilidade, é frequentemente convidado a fazer tributos, tanto ao vivo, quanto em álbuns. A lista é longa, indo de Black Sabbath a Stevie Wonder, passando por The Police, Audioslave, George Benson, Iron Maiden, Michael Jackson, Beyoncé, Deep Purple, Bruno Mars e vários outros.

 

Darrell Nulisch (EUA)

 

Nascido em Dallas-Texas, Darrell Nulisch viveu cercado pelo Blues e Soul Music. “Meu pai e minha mãe costumavam me levar aos típicos “HonkyTonks”, onde havia bandas ao vivo nas tardes de domingo”, lembra ele.

 

Jimmy McCracklin e Freddie King foram seus primeiros artistas favoritos, juntamente com uma criança do bairro onde morava chamado Jimmie Vaughan; “uma de suas primeiras bandas, os Chessmen, ensaiavam em um parque a cerca de três quarteirões da minha casa, e enquanto eu andava de bicicleta, observava esses caras tocarem”, diz Nulisch.

 

Desde o começo, Darrell exibia um talento natural para criar melodias sob qualquer letra, uma qualidade que preserva até hoje em suas poderosas performances carregadas de feeling. Darrell deu início a sua carreira profissional como cantor em tempo integral em 1978 como um dos membros fundadores do “AnsonFunderburghandtheRockets”.

 

Atualmente ele vive em Boston e se apresenta por todo Estados Unidos e Europa, faz parte do casting de artistas da “Severn Records”; gravadora que conta com nomes como Kim Wilson, FabulousThunderbirds, MudMorganfield e Sugar Ray Norcia. Atualmente, Nulisch vem trabalhando no seu novo álbum que tem lançamento previsto para a primavera de 2018.

 

Deborah Tarquínio

 

Dotada de uma voz ímpar, Deborah Tarquínio vem mostrando em sua jornada musical, misturas de estilos que se fundem sempre com "pegadas" jazzística/bebop/black music...suas influências vieram muitas de seu pai...Esmeraldo Tarquínio... Que a introduziu à boa música como: Billie Holiday... Ella Fitzgerald... Anitha O'Day...Dione Warwick... Sarah Voughan... Aretha Franklin.... Etta James e tantas outras; e a mistura disso tudo com o que lhe foi apresentado durante seus 30 anos de cantar como: Ray Charles... Stevie Wonder...Elis Regina...Djavan...Luis Melodia...Noel...Cartola, formou-se um estilo próprio inconfundível.

 

Duofel, Carlos Malta e Robertinho Silva

 

Seguindo uma tendência consagrada pelo mainstream do jazz norte-americano, os instrumentistas Fernando Melo e Luiz Bueno, que formam oDuofel, (que este ano completa 40 anos de carreira)  se unem ao 'Escultor do Vento' Carlos Malta e o lendário percussionista Robertinho Silva em um show para marcar época.

 

Carlos Malta sempre desejou um dia estar com o Duofel, emparelhando seu sopros com as cordas de Fernando Melo e Luiz Bueno, somando suas linguagens, sotaques e timbres. De outra maneira, mas com o mesmo tempero, Robertinho Silva já manifestava ao duo seu desejo de tocarem juntos um dia. O mais interessante é que Fernando Melo e Luiz Bueno sempre tiveram esta formação em mente e sob a batuta da produtora Ana Buono, esse desejo se concretizou como Duo+Dois.

 

O repertório contempla versões de clássicos da MPB como, Ponteio e Casa Forte, de Edu Lobo, Cais, de Milton Nascimento, Água de Beber, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, Tema de Viola e Roda Gigante, de Fernando Melo e Luiz Bueno, dois medleys, Emoriô e Bananeira, de João Donato e Gilberto Gil e Consolação e Berimbau, de Baden Powell, dentre outras. Enfim, um Quarteto de Três entidades da Música Instrumental Brasileira, Duofel, Carlos Malta e Robertinho Silva.

 

Fotografia Sonora

 

Em apenas seis anos, o grupo tem conquistado o público por onde tem se apresentado e também pela internet através do streaming.

 

O grupo explora o estilo Free Form (estilo de livre improvisação muito desenvolvido por Airto e Miles Davis) em Pitangueira.

 

Neste álbum o percussionista Airto Moreira (que teve em sua carreira parceria com Miles Davis, Chick Corea, Flora Purim, Hermeto Pascoal entre outros), retorna ao Brasil para esta gravação após ter gravado aqui o emblemático disco do Quarteto Novo em 1967.

 

Comentou o percussionista: “Eu gostei muito, o som foi legal, o projeto muito bem feito, (...) a gente acabou tendo uma comunicação muito boa, o som está transparente e é um som cheio”! Viva Airto, foi gravado em estúdio de maneira ao vivo, os cinco músicos tocando juntamente com Airto Moreira, captados por equipamentos vintages, como o gravador de rolo com fita 2 polegadas, personalizando requintes e sonoridades característicos!

 

Izzy Gordon

Izzy Gordon consagrou sua voz através do jazz e da bossa nova. Depois de 20 anos de carreira, se apresentando nos melhores palcos do Brasil e do mundo, a cantora decidiu ir além com o disco "O Que Eu Tenho Pra Dizer" (2010), produzido e lançado pelo selo Label A. Este é o segundo álbum da diva negra de voz potente, mas o primeiro onde ela realmente expressa seus gostos por ritmos, melodias e timbres. Vale lembrar que em 2006 Izzy debutou nas prateleiras com uma homenagem a sua tia, a fabulosa Dolores Duran, através do álbum "Aos Mestres Com Carinho". A artista ainda debuta como compositora na faixa-título, que coloca a bossa nova em contato com a cuíca.



Em 2011, a convite da gravadora Joia Moderna, ela fez um projeto cantando alguns dos maiores e mais expressivos compositores negros.

 

Orquestra Mundana Refugi

 

Formada por músicos brasileiros, imigrantes e refugiados de diversas partes do mundo, a Orquestra apresenta, sob a direção musical do multi-instrumentista Carlinhos Antunes, temas tradicionais da Palestina, Irã, Guiné, Congo e Brasil, além de composições próprias.

 

A Mundana Refugi, que surge após 15 anos de Orquestra Mundana, foi formada ao longo de dois meses dentro do projeto REFUGI, no Sesc Consolação, que oferecia oficinas musicais gratuitas para imigrantes e refugiados.

 

O projeto, idealizado por Carlinhos Antunes e pela assistente social Cléo Miranda, realizou também uma série de atividades temáticas sobre refúgio e migração, além de ensaios abertos da orquestra para que o público pudesse acompanhar o processo. Nas vozes, Palestina, Congo, Guiné, Irã e Brasil.

 

Os instrumentos vão do kanun ao acordeom, passando pelo piano, violino, cítara chinesa, bouzouki, a kora, o derbak, o cuatro, o ronroco, e tantos outros.

 

Milton Medusa

 

Guitarrista profissional desde 1988, natural de Santos, São Paulo, Milton Medusa atuou com as bandas Oryon, V2 e Xandra Joplin, entre outras. É professor do IG&T São Paulo, onde se formou, desde 2003, dá aulas particulares e leciona na Oficina de guitarra da secretaria de cultura de Guarujá.

 

Seu trabalho de maior destaque é o Medusa Trio, com quem se apresentou no Programa do Jô (Tv Globo), em 2007, menos de um mês depois de acompanhar a cantora Xandra Joplin. Com seu trio, desenvolve trabalho instrumental de blues rock e acompanhou Frejat, Percy Weiss, Willie, Serguei, Mozart Mello e Kiko Muller. Escreveu matérias para as revistas Guitar Class e Guitar Player, além do IG&T Book. Foi destaque da revista Guitar Player, em maio de 2010, com uma matéria de três páginas sobre o lançamento do CD do Medusa Trio.

 

Em janeiro de 2011, a revista Roadie Crew publicou uma resenha do CD com ótimas críticas. Realizou a Master Class “A Guitarra no Blues Rock” em várias cidades do estado de São Paulo e na Bahia. Participou de shows de André Christóvam, Made in Brazil, Golpe de Estado, Kim Khel e os Kurandeiros, Robertinho de Recife e fez workshop com Fabiano Carelli, guitarrista do Capital Inicial.

 

Atualmente, está em cartaz com os shows e workshops com o Medusa Trio, que está lançando o cd “Medusa Trio 10 Anos!”, além de acompanhar o cantor Willie de Oliveira (ex-Rádio Táxi), no show “Anos 80”, a cantora Kátia Bianco em eventos e a Banda Show Factory, de São Paulo.

 

Simi Brothers

 

Os irmãos guitarristas Danilo e Nicolas Simi, somam juntos mais de 20 anos de carreira. Figuram entre os principais festivais especializados do gênero no Brasil. Já participaram como músicos e produtores de inúmeras turnês com artistas de peso do Blues internacional como: Mud Morganfield, Willie Walker, Wallace Coleman, Sugaray Rayford, e Guy King.

 

Apesar da ligação sanguínea os irmãos Simi pouco trabalharam juntos desde que deram inicio as suas carreiras profissionais. O fato de ambos atuarem em projetos distintos tornou raras as oportunidades de se encontrarem em cima dos palcos. Nesse novo projeto, os irmãos pretendem manter a sonoridade tradicional do Blues dos 50’s e 60’s agregando elementos modernos e composições próprias, mostrando o verdadeiro “Family Style”.

 

Toninho Horta

 

Vindo de família de músicos – seu avô, o maestro João Horta foi destaque entre os compositores de música sacra e popular no período barroco mineiro – Toninho teve as primeiras aulas de violão com sua mãe Geralda, que era bandolinista, e seu irmão Paulo contrabaixista. Na adolescência compôs suas primeiras canções, acompanhando cantoras na TV Itacolomy e se destacava entre os jovens músicos de sua geração.

 

Morando no Rio de Janeiro a partir dos anos 70, Toninho Horta se tornou bastante conhecido nas rodas do meio artístico, sendo admirado por todos pela sua performance bem pessoal, quando tocava a guitarra ou o violão e pelas composições inventivas com sofisticada harmonia.

 

No II Festival Internacional da Canção em 1967, promovido pela Rede Globo de Televisão com direção artística de Augusto Marzagão, Toninho Horta foi finalista com as suas músicas “Maria Madrugada” letra de Júnia Horta e “Nem é Carnaval” em parceria com Márcio Borges.

 

No IV Festival Internacional da Canção, em 1969, no mesmo esquema do anterior, Toninho novamente foi finalista com a música “Correntes” cuja letra de Márcio Borges foi censurada, tendo que fazer algumas alterações. Em 1970 integrou a banda de Elis Regina e participou da gravação do LP “Ela”. Em 1974 integrou o grupo “Som Imaginário” que ao lado de Milton Nascimento e orquestra gravaram o histórico álbum duplo ao vivo “Milagres dos Peixes” 1972 – Participou em várias faixas no LP Clube da Esquina de Milton Nascimento com os seus amigos músicos e compositores, numa variedade de instrumentos, violão, baixo, bateria, percussão e vocal.

 

O músico leva na bagagem cerca de 30 discos gravados e já tocou e gravou com músicos em mais de 40 países. É considerado hoje um dos maiores guitarristas de jazz do mundo, sendo muito aclamado e respeitado internacionalmente. Mais de 80 músicas foram feitas em sua homenagem por artistas em todo o mundo.

 

Histórico do Festival

 

O SJF trouxe 115 shows em seis edições (2012 a 2017), com artistas como Egberto Gismonti, Cesar Camargo Mariano, João Donato, Hermeto Pascoal, Shirley King, Trio Corrente, Jaques Morelembaun, Hamilton de Holanda, Yamandu Costa, Blubell, família Espírito Santo, Banda Mantiqueira, Rosa Passos, Monica Salmaso, entre tantos outros.

 

Serviço:

7ª Santos Jazz Festival

Data: 26 a 29 de Julho

Local: Teatro do Sesc Santos (abertura) e Arcos do Valongo

Shows Gratuitos

R. Conselheiro Ribas, 136 - Aparecida, Santos - SP, 11040-900

Imagens do evento

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