Guarulhos condenada em 141 Mil por comprar e não pagar | TVPAULISTA.com Para dispositivos móveis

Prefeitura não pagou por equipamentos.   A 2ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve decisão que condena o Município de Guarulhos a ressarcir empresa de informática que forneceu equipamentos e não recebeu pagamento. A rep...

tjsp, divida, dano, telefonia, conta, dano, ofensa, licitação, ingressos, energia, eletricidade, cartilha, abuso

Guarulhos condenada em 141 Mil por comprar e não pagar

Publicado por: Editor
04/08/2019 02:42 PM
Courtesy Pixabay
Courtesy Pixabay

Prefeitura não pagou por equipamentos.

 

A 2ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve decisão que condena o Município de Guarulhos a ressarcir empresa de informática que forneceu equipamentos e não recebeu pagamento. A reparação foi fixada em R$ 141 mil, com correção monetária a partir do inadimplemento e juros de mora.

 

Consta nos autos que a autora da ação venceu licitação referente ao fornecimento de equipamentos de informática para o Município de Guarulhos. Entretanto, depois de três anos da entrega, a empresa ainda não havia recebido a contraprestação e por isso ajuizou ação de ressarcimento. O Município não questiona que os materiais de informática foram fornecidos e sustenta que “não havia previsão de sanção caso a Administração demorasse em adimplir o preço”. Após decisão de 1º grau que determinou o pagamento, o réu interpôs apelação para que seja afastada a incidência de correção monetária.

 

De acordo com a relatora da apelação, desembargadora Luciana Bresciani, “os produtos foram entregues em outubro e novembro de 2014 e a ação foi ajuizada em maio de 2018 e não há como admitir o inadimplemento por tão prolongados anos e que a condenação ao pagamento mais de três anos após, ocorra tão somente pelo valor nominal”. “A correção monetária tem por escopo manter o valor da moeda, razão pela qual de rigor sua incidência sobre o valor nominal, a partir do inadimplemento de cada parcela”, escreveu a magistrada.

 

O julgamento teve a participação dos desembargadores Claudio Augusto Pedrassi e Carlos Von Adamek.  A decisão foi unânime.

 

Processo nº 1019012-63.2018.8.26.0224

 

Fonte: Comunicação Social TJSP –

Imagens de notícias

Tags:

Compartilhar

REVENDA MODA INFANTIL