Seus olhos podem revelar seu passado | TVPAULISTA.com Televisão via Internet

Uma nova investigação acaba de revelar que as pupilas podem mostrar se uma pessoa sofreu uma experiência traumática no passado.   Recentemente, uma equipa de investigadores da Universidade de Swansea, no Reino Unido, descobriu que as pupilas podem indi...

saude, hipertensão, cardiologia, mitos, verdades, olhos, doenças, criança, diabetes, infantil, pediatra, cuidados, desidratação, insolação, plano, assistência, avc, alergias

Seus olhos podem revelar seu passado

Publicado por: Editor
06/08/2020 11:35 AM
Courtesy Pixabay
Courtesy Pixabay

Uma nova investigação acaba de revelar que as pupilas podem mostrar se uma pessoa sofreu uma experiência traumática no passado.

 

Recentemente, uma equipa de investigadores da Universidade de Swansea, no Reino Unido, descobriu que as pupilas podem indicar se alguém passou por uma experiência traumática no passado. O estudo foi publicado em julho na Biological Psychology.

 

A equipa de cientistas examinou pessoas que sofriam de transtorno de stress pós-traumático. Estes indivíduos são mais sensíveis a situações comuns do quotidiano, o que por sua vez faz com que estejam constantemente em estado de alerta, inibindo a habilidade de relaxar.

 

Os investigadores mediram o tamanho das pupilas dos voluntários enquanto olhavam para imagens relacionadas com situações alegres, neutras e ameaçadoras. Ao contrário do que estavam à espera, a reação de indivíduos com stress pós-traumático foi significativamente diferente.

 

De acordo com o SciTechDaily, as pupilas de quem sofre desta condição dilataram muito mais ao observarem cenários obscuros e imagens agradáveis.

 

“Estas descobertas permitem-nos entender que as pessoas que sofrem de stress pós-traumático estão automaticamente preparadas para ver ameaças e responder com medo em qualquer contexto emocional incerto“, esclareceu a líder do estudo Aimee McKinnon. “Isto revela o peso que os traumas devem representar para essas pessoas na vida quotidiana.”

 

Os resultados também sugerem que, durante o tratamento desta condição, é muito importante tratar todas as questões relacionadas com o quotidiano do paciente, e não apenas as situações negativas ou ameaçadoras.

 

“Os médicos precisam de entender o impacto dos estímulos positivos para ajudar os pacientes a superar os desafios significativos que enfrentam”, rematou McKinnon.

 

Fonte: Planeta ZAP //

Compartilhar