14 dias? Um novo estudo diz que a covid-19 pode ser transmitida até 90 dias após o contágio | TVPAULISTA.com Televisão via Internet

Afinal podemos andar enganados em relação ao período de contágio do novo coronavírus. Um estudo russo indica que o período de contágio, em alguns casos, pode ir muito além dos 14 dias. A mesma inv...

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14 dias? Um novo estudo diz que a covid-19 pode ser transmitida até 90 dias após o contágio

Publicado por: Editor
19/09/2020 08:35 AM

Afinal podemos andar enganados em relação ao período de contágio do novo coronavírus. Um estudo russo indica que o período de contágio, em alguns casos, pode ir muito além dos 14 dias. A mesma investigação aponta que uma pessoa sem sintomas pode transmitir o vírus através do nariz durante o espaço temporal.

 

A covid-19 pode ser transmitida até 90 dias após uma pessoa ter sido contagiada, uma informação que contraria o que tem sido a regra geral aplicada, que apontava no sentido de o período de contágio ser de 14 dias. A conclusão é de uma investigação realizada por cientistas russos do Centro Estatal Véktor de Investigação em Virologia e Biotecnologia, diz o DN.

 

Anna Popova, diretora dos serviços federais russos, explica que o organismo de uma pessoa que esteja infetada com covid-19 pode continuar a transmitir o vírus por um período de 90 dias após ter sido contagiada. Segundo a responsável, a transmissão do vírus pode até ocorrer em casos de pessoas que já não têm qualquer sintoma da doença.

 

A investigadora disse que estudos feitos a pacientes na Rússia indicaram que o período de contágio ia até 48 dias, mas que foram encontrados casos em outros países onde esse período de transmissão chegou aos 90 dias.

 

A cientista russa alertou ainda que a transmissão num espaço temporal até 90 dias não é apenas feita por pessoas que apresentam sintomas. “Uma pessoa que já não apresenta sintomas, que se sente perfeitamente bem e saudável e mesmo que tenha o sangue bom, pode continuar a transmitir a covid-19 através do nariz”, explicou.

 

A Rússia já começou a distribuir a vacina Sputnik-V em várias regiões do país como forma de combater o novo coronavírus. Na primeira fase, que está a decorrer agora, pretende-se  testar as cadeias logísticas, antes de iniciar uma entrega em massa.

 

A vacina russa contra a covid-19 foi a primeira a ser registada no mundo, a 11 de agosto, e mostrou não produzir efeitos secundários nas duas primeiras fases, embora a terceira ainda não esteja concluída.

 

Fonte: Planeta ZAP //

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